quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
ORLA DO GUAIBA PORTO ALEGRE X Ganância
CAIS DO MAUÁ - PORTO ALEGRE x Ganância
Janeiro de 2011
h) Em um resumo, a proposta é vocionada as mascatismo, é uma proposta neste sentido mercantil, por atender necessidades de vendas, atende bem automóveis e torres de negócios. Não amarra qualquer compromisso dos autodenominados "investidores" com "melhorias", apenas detalahs os ganhos privados. Portanto é uma Parceria Privada-privada, uma case único para o estudo no capitalismo. Pela propostas os "investidores" detalham o que eles ganham, mas há uma falha em detalahr o que farão para a cidade em troca. salvo irrigar ineterruptamente o muro, algo antiecológico. Pela proposta, apenas estão detalhadas quais aparelhos culturais hoje existentes (Bienal, centro de eventos no cais, Usina do Gasômetro, Museu de arte contemporânea, Museu do Trabalho, Praça Brigadeiro Sampaio, Feira do Livro no cais) serão desmontados.
Carros, comércio e vendas já estão bem representadas no tecido urbano, mas faltam locais livres, públicos. Como a cidade que pretende atrair turistas pode oferecer um projeto tão acanhado urbanisticamente, juridicamente insustentável, éticamente imoral e economicamente prejudicial para Porto Alegre?
Precisamos de uma orla monumental, não de um mercadinho de esquina e um espigão insólito, tomados de carros de permeio. E na fábula com o final feliz, vemos o deputado Flávio Koutzii liderando uma resposta iluminista salvando o cais desta revitalização nati-morta.
ChorbaMatrix disse...Lamentável!
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Não há dinheiro que pague a preservação da costa do Rio.
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Como podem conseguir autorização ambiental para tal Obra.
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Deveriam é preservar O Cais do Porto.
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Retirar as obras antigas em troca de espaço LIVRE, público. Hotel se constrói em qualquer lugar e costa de rio tem somente este.
Quem ganha com isto?
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Jorge Alencar Chorba
chorbamatrix@gmail.com
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25 de janeiro de 2011 18:43
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Colombiano fica preso por mais de um ano no Brasil por erro da Justiça
Colombiano fica preso mais de um ano no Brasil por erro da Justiça
Jak Harb, filho de uma família rica de empresários libaneses, foi envolvido, sem querer, em um esquema internacional de tráfico de drogas.
Conheça uma história de cinema, mas que aconteceu de verdade e foi em São Paulo. É a história de um homem que morava no Caribe e adorava o Brasil. Um dia, sem entender por que, ele se viu envolvido em um esquema internacional de tráfico de drogas. Acabou preso, mas era inocente.
A rotina do boa-vida colombiano Jak Harb era de viagens pelo mundo e carnaval no Brasil, durante 20 anos seguidos, os melhores restaurantes e altas festas.
“Eu era um cara que estalava os dedos e movimentava o mundo”, conta o dono de hotel.
Nos raros momentos em que não estava viajando, Jak descansava em casa, em uma ilha do Caribe.
San Andrés é uma ilha pequena e linda que pertence à Colômbia e tem só 64 mil habitantes. A história que vamos contar começa no paraíso caribenho.
San Andrés tem um forte comércio de produtos importados. Jak Harb, filho de uma família rica de empresários libaneses, é dono de vários imóveis e de um hotel super exclusivo, com apenas cinco suítes e diárias de até R$ 700.
Mas Jak nunca ficou preso a um só lugar. Ainda bem jovem, deixou para os irmãos a tarefa de cuidar dos bens da família e trabalhou durante 27 anos como comissário da principal linha aérea colombiana para conhecer o mundo. “Eu estava acostumado a isso, a fazer o que eu queria. O mundo para mim era maravilhoso”, declara.
Mas justamente no país que ele tanto adorava, o Brasil, Jak viu sua vida de privilégios se transformar em um pesadelo.
Em 25 de junho de 2008, o comissário Jak Harb partiu de Bogotá para São Paulo com um pedido feito por uma colega, também comissária, que não voou com ele: retirar, no Brasil, com um tal de Nestor, uma pequena quantia em dólares, e levar para a Colômbia.
O encontro com Nestor foi no saguão de um hotel. “Ele trouxe uma sacola preta de grife, pequena, e tinha um casaco cinza por cima. Ele me cumprimentou. Mas a gente não se conhecia”, afirma o empresário. Ao se despedir... “Eu senti o revólver de um federal. Foi que começou a história”, conta
Era a Operação San Lucca, que prendeu seis pessoas. Jak não sabia, mas tinha topado fazer um favor para uma rede internacional de tráfico. Na bolsa, não havia uma pequena quantia, como a amiga tinha dito, mas US$ 49 mil, quase R$ 85 mil em valores de hoje.
E foi assim que o colombiano Jak, que tanto amava a liberdade de viajar para onde bem entendesse, acabou em uma cadeia de Guarulhos. Foram oito dias sem dormir. “O colchão era ruim demais, tinha baratas. Eu tenho muito nojo da barata. Isso para mim era ruim demais”, lembra o empresário.
E ainda iria piorar. Depois da temporada de sofrimento em Guarulhos, começava uma nova fase no pesadelo de Jak Harb. Ele foi transferido para uma cadeia a 300 quilômetros de São Paulo, um lugar que muito pouca gente conhece e que só recebe presidiários estrangeiros. “Era uma cela para 12, eu acho, e tinha 20 pessoas na cela”, revela Jak.
A cadeia de Itaí tem 1,3 mil presos de 84 nacionalidades. Para o padrão brasileiro, não é das piores. Na biblioteca, tem livros em alemão, polonês, italiano, africâner - uma das línguas da África do Sul - e até coreano.
“Temos presos com formação superior, inclusive médicos, engenheiros. E nós também temos presos que falam diversas línguas. Já chegamos a ter presos falando sete línguas”, revela o diretor do presídio, Mauro Branco.
Mas cadeia é cadeia. “Tinha três beliches e duas pessoas no chão. Eu cheguei no chão. E minha cabeça ficava do lado do banheiro. O banheiro era privada, pia e chuveiro. Quando eles tomavam banho, iam para a privada, e você sente cheiro, sente tudo, e você não pode fazer nada”, conta Jak.
O empresário colombiano só conseguia comer arroz, feijão e atum em lata, levado pelo irmão. Ele começou a ter problemas de estômago e entrou em depressão. “Esse era o medo, de ficar ali 10, 11 anos, até provar que eu era inocente”, revela Jak.
O advogado indicado pelo consulado da Colômbia não resolvia nada. Os meses se arrastavam.
Para complicar, Jak é gay e temia que os outros presos descobrissem. “Eu acho que tem preconceito com os gays na cadeia. E é um preconceito que eu acho que é forte”, comenta o empresário.
Afundado na depressão, Jak não via mais saída, até que surgiu uma esperança. O destino de Jak Harb no presídio de Itaí começou a mudar na sala chamada parlatório, onde os presos conversam com os advogados. De um lado, estava o Jak. Do outro, estava uma jovem advogada de apenas 24 anos e que aparentava ainda menos. “Eu a chamo de meu anjo”, diz o empresário colombiano.
A advogada Verônica Abdalla Sterman trabalhava em um importante escritório de advocacia de São Paulo, contratado pela família de Jak. “Quando você vê que a pessoa é inocente e a pessoa está presa, você quer correr, quer lutar, quer que a coisa ande rápido”, afirma.
A Defesa trouxe pessoas influentes da Colômbia, até um importante jurista, que conhecia Jak muito bem. “Ele não precisava traficar para viver, e é isso que a gente quis mostrar. A gente trouxe pessoas de peso para eles contarem a história do Jak”, declara Verônica.
E funcionou. “Quem pediu a absolvição foi a própria Procuradoria”, lembra Verônica. Não havia provas. O juiz nem precisou dar a sentença. Depois de um ano e um mês, Jak estava livre.
O empresário colombiano afirma que não tem ressentimento. “Adoro o Brasil, quero morar ali. Estou planejando ir para a Bahia morar um tempão”, aposta Jak. “Não tenho mágoa, não tenho nada. Foi um momento, já vivi, e o vento passou. Nada na vida acontece por acaso. Nada”.
A comissária que colocou o Jak nessa terrível confusão nunca foi processada e trabalha até hoje na companhia aérea.
A passagem do colombiano pelas cadeias paulistas inspirou um livro, recém-lançado. Aos 50 anos, mais velho de quatro irmãos, Jak Harb não é mais comissário de bordo. Hoje, cuida de seu hotel na ilha de San Andrés e não deve mais nada à Justiça Brasileira.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
SUS - A SOLUÇÃO
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CHEQUE-MATE

Quando ingressaram no cargo, fizeram um juramento que deveriam cumprir em toda a sua interpretação.
Dizer que um magistrado não pode escrever um livro é correto?
Partindo-se do princípio que seu trabalho é JULGAR pessoas, seres humanos, há que se pensar não.
Se quer enveredar ao mundo da literatura, largue o cargo de Homem da Lei, afaste-se nem que temporariamente... ou poderá, quem quer que seja, entrar em xeque-mate.
Com todo o respeito aos magistrados:
Astro-pop, juiz De Sanctis lança livro de ficção
O juiz federal Fausto Martin De Sanctis teve uma noite com muitos holofotes no lançamento de seu primeiro livro de ficção. Depois de se sentar na cadeira giratória do Roda Viva da TV Cultura, de responder às perguntas do gordo noPrograma do Jô na Rede Globo e de desfilar sua sabedoria pelo Contraponto da TV Aberta e da TV Justiça, o juiz federal pousou na Livraria Cultura para a noite de autógrafos de sua mais recente criação: Xeque-Mate.
E não será a última. De Sanctis promete uma série de romances para retratar a vivência e o trabalho de um juiz. Como ele. Não por acaso as iniciais do nome do personsagem principal do livro - Fernando Montoya Di Sorrento — coincidem com as do autor.
De Sanctis esteve sorridente enquanto recebia os cumprimentos, que retribuía com entusiasmo. Foi prestigiado por colegas de trabalho, advogados, promotores, estudantes de Direito e familiares. Não faltaram os servidores da 6ª Vara Federal Criminal, que têm o autor como juiz titular. Também bateram ponto no ágape o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, o senador Eduardo Suplicy (PT), o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (DEM), a vice-prefeita de São Paulo Alda Marco Antonio (PMDB); a desembargadora do TRF-3 Regina Costa; o juiz federal da 10ª Vara Federal Criminal Nino Toldo e o advogado Fábio Konder Comparato.
“Ele é um juiz competente, embora reconhecidamente duro. Estou curiosíssimo para ver o resultado dessa primeira incursão pelas veredas da ficção”, disse Márcio Thomaz Bastos. A desembargadora Regina Costa também rasgou seda para o colega de turma no concurso de ingresso na magistratura. “Ele é meu colega há muitos anos, sempre tive muita admiração e estima, não podia deixar de estar aqui”, ressaltou. Alda Marco Antônio, emocionada, manifestou sua admiração pelo juiz e convocou-o para mostrar os projetos que toca como vice-prefeita de São Paulo.
De Sanctis, que finalmente se inscreveu para ser promovido a desembargador, agiu com naturalidade como ator principal na cena. Logo ao chegar, atendeu a imprensa. Em seguida, colocou-se todo solícito à disposição da plateia. Os autógrafos se estenderam por três horas. A fila para cumprimentá-lo se manteve longa por uma hora e meia e o autor só assinou o último autógrafo às 22h. Estava lá desde as 19h. Mais de 200 livros foram vendidos.
Já com a crítica, o livro, como tudo em que se mete De Sanctis, causou controvérsia. Alcir Pécora, professor de teoria literária da Unicamp, diz que o livro de De Sancits é um equívoco. "Evidentemente De Sanctis não se torna um juiz menos admirável pelo equívoco de sua aventura literária, assim como a sua literatura não se tornou melhor pela sua qualidade moral e profissional como magistrado", sentenciou o especialista em artigo assinado no jornal Folha de S.Paulo.
O repórter Mário César Flores, da mesma Folha de S. Paulo, foi mais condescendente nas críticas, mas revelou alguns hábitos do autor de Xeque-Mate que servem para justificar seu desempenho literário. Segundo o jornalista, "De Sanctis não é um leitor contumaz. Só lembra de dois títulos ficcionais que leu neste ano: Memórias das Minhas Putas Tristes, de García Márquez ('não gostei'), e Crime e Castigo, de Dostoiévski ('genial')". Sua maior influência, afirma, é Machado de Assis (1839-1908). 'Sabe aquelas interrupções de narrativa de Memórias Póstumas? Tentei fazer isso no livro.' A falta de paciência é o grande problema, diz. "Não tenho paciência para reescrever. É um erro meu. Sinto como se fosse uma perda de tempo."
Indagado se sonha com uma vaga na Academia Brasileira de Letras, o juiz foi sincero: "Ainda é muito cedo".
segunda-feira, 28 de junho de 2010
DUNGA E SUA CARRANCA

O Senhor Dunga é péssimo em relações humanas.
Metido a dar sermões o "modelo" fica a mijar todo o mundo.
Julga-se o Senhor da razão.
Vai a uma copa do mundo e até agora se destacou pela carranca.
Quem acredita que xingar, mijar, carranca, cara feia... é sinônimo de competência esta muito enganado.
DUNGA Poderia dar ao Mundo uma lição de humildade, esperteza e generosidade.
Um exemplo PÉSSIMO é fechar os treinos. Todos sabem o quão é sofrido o povo Africano, que além de escravizado, sofreu e ainda sofre mais do que todos com o RACISMO.
Nossa seleção sempre se destacou por ser alegre, jogar um futebol arte, levar alegrias.
AGORA, o carrancudo, na África esta fazendo de tudo para mudar isto.
Deveria abrir os treinos aos AFRICANOS menos favorecidos, ser mais alegre, deixar de ser carrancudo.
A continuar este sistema, em breve deixaremos de ser um futebol arte para ser uma cortina fechada OU DE FERRO.
Com o estilo Dunga estamos deixando de levar ao Mundo, um exemplo maior, de alegria, amor e competência para nos tornar simplesmente mais UM TIME na Copa da África.
Jorge Alencar Chorba
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ACIMA DE NOSSO UNIVERSO NATURAL

Roberto Casagrande, comentarista da Rede Globo, em um “momento” de “iluminação”, no segundo jogo da Argentina neste campeonato Mundial Africano disse que o treinador da Argentina, Maradona está acima de nosso universo natural.
Há que nos deslustrar seu comentário, pois aceitar seria acreditar que: Maradona é Deus.
Inculto, não sabedouro do resultado no uso da Maconha, Cocaína e outras drogas, posso até questionar: Será?
Indígenas em alguns momentos “divinos”, rituais regados a folha de coca também dizem ser Deuses. Será?
Atenho-me por aqui, com todo respeito aos Argentinos, pois alguém dizer que o Sr. Maradona esta ACIMA DE NOSSO UNIVERSO NATURAL é "sem comentários".
Jorge Alencar Chorba
chorbamatrix@gmail.com







POR MARIANA GHIRELLO